
Neste mítico lugar, dia quatro de Novembro de 2007, nasceu, desafiando o quotidiano académico, a Taina.
Não era de todo expectável que aquele pequeno encontro (a primeira Taina), a celebrar a amizade, pudesse tornar-se num vício que atinge agora contornos divinos. Por certo não serei a única voz a proclamar a Taina como religião. Crentes já os há, que acreditam no seu poder e o primeiro passo foi lançado neste preciso local, com o enterrar da Excalibur entre as rochas marchetadas de emoções.
Parece tudo uma brincadeira, e é-o de facto, mas o que conta é isso mesmo, a boa disposição, a alegria, um bocadinho daquilo que podemos definir como felicidade.
Não era de todo expectável que aquele pequeno encontro (a primeira Taina), a celebrar a amizade, pudesse tornar-se num vício que atinge agora contornos divinos. Por certo não serei a única voz a proclamar a Taina como religião. Crentes já os há, que acreditam no seu poder e o primeiro passo foi lançado neste preciso local, com o enterrar da Excalibur entre as rochas marchetadas de emoções.
Parece tudo uma brincadeira, e é-o de facto, mas o que conta é isso mesmo, a boa disposição, a alegria, um bocadinho daquilo que podemos definir como felicidade.
Que a Taina esteja connosco...